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Sobre nós

MENSAGEM DO PRESIDENTE

Ao longo da sua vida de sucesso, como Sociedade Científica, a Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) contou sempre com o trabalho voluntário e dedicado dos seus sócios para benefício da nossa população e do nosso País. Várias razões contribuiram para o sucesso demonstrado pela SPC.

A primeira, foi a aposta estratégica por parte da SPC, desde o seu início, na formação e na atualização dos profissionais de saúde portugueses, ao mesmo tempo que promoveu o desenvolvimento científico e a inovação. Em conjunto, estas duas ações permitiram oferecer aos portugueses ao longo de sete décadas uma medicina cardiovascular de excelência.

A segunda, resultou do facto da SPC nunca se ter fechado sobre si própria, mas pelo contrário ter-se mantido continuamente aberta para os seus sócios e para a comunidade que serve, ao mesmo tempo que interagiu de uma forma profissional, profícua e serena com outras sociedades científicas nacionais (Medicina Interna, Medicina Geral e Familiar, Neurologia, Pneumologia,  entre outras) e internacionais. No campo internacional, se bem que mantendo boas relações com as sociedades americanas congéneres, o seu espaço priviligiado de interação foi sempre com a Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC). De facto, a ESC, com os seus mais de 100 000 membros, constitui atualmente a mais importante Sociedade Científica mundial na área cardiovascular. Apesar dos profissionais de saúde portugueses constituirem apenas cerca de 2% dos membros da ESC, a sua contribuição ativa para esta sociedade tem sido notável e muito para além das expetativas. A atestar esta afirmação está o facto de um ilustre cardiologista português já ter sido seu Presidente, de existir uma presença regular de portugueses na sua Direção, de atualmente 44 portugueses desempenharem funções de responsabilidade em múltiplas estruturas desta sociedade (variando a sua representatividade entre os 2-5% do total) e finalmente, do ponto de vista  científico, a presença portuguesa nas várias iniciativas desta Sociedade internacional variar entre os 3-9%. Todos estes dados provam a qualidade da cardiologia portuguesa. Igualmente importante, os Países de língua oficial portuguesa nunca foram esquecidos pela SPC tendo existido sempre uma relação de proximidade, de cumplicidade, de colaboração e de mútuo respeito. A abertura da SPC também se verificou com a Tutela, através de uma disponibilidade contínua para colaborar, sempre que solicitado.

A terceira, foi a integração da comunidade de jovens cardiologistas e de internos de cardiologia nas atividades e decisões da SPC a qual foi fundamental para trazer vitalidade e novas ideias, mas sobretudo para preparar os futuros líderes da medicina cardiovascular portuguesa. Este rejuvenescimento foi continuamente temperado ao longo dos anos com o cuidado, o respeito e a clarividência em ouvir a voz dos sócios mais experientes.

A quarta e última razão, exprime-se numa única palavra: continuidade. De facto, cada nova Direção aproveitou tudo aquilo que tinha sido previamente desenvolvido e adicionou a essas conquistas outras permitindo desta forma ao longo de sete décadas contribuir de uma forma efetiva para o combate à principal causa de mortalidade em Portugal. A Direção que agora tomou posse e a que tenho  a honra de presidir, está empenhada  para trabalhar intensamente, de uma forma séria e organizada, para dar continuidade a este caminho de sucesso previamente traçado, num espírito de servir a nossa Sociedade em prol dos nossos doentes. Para tal iremos continuar com as atividades anuais habituais na nossa Sociedade. Iremos completar alguns dos projetos iniciados pela Direção cessante (já identificados em conjunto pelas duas Direções) os quais não foram possíveis de implementar atempadamente devido à pandemia que nos tem assolado. Pretendemos durante os próximos dois anos promover a revisão dos Estatutos da nossa Sociedade os quais precisam de se adaptar à realizade atual e aos desafios que ela determina, com os olhos sempre postos no futuro. Convidei já o Prof. Victor Gil, Presidente Cessante, para liderar este processo de revisão dos estatutos. Ele já aceitou esta tarefa com o entusiasmo e a dedicação que lhe são habituais. Como se sabe, a Educação e a Investigação são dois dos principais pilares da atividade da nossa Sociedade e por isso, iremos também implementar em cada uma destas duas áreas um novo projeto estruturante, que ao perdurarem para o futuro permitam o desenvolvimento sustentado e contínuo da nossa Sociedade.

Muito ainda há por fazer para se continuar a reduzir o impacto da doença cardiovascular em Portugal, contamos com todos os sócios da SPC para nos ajudarem a atingir esse objetivo!

Direção21-23

Presidente
Lino Gonçalves

Direção21-23

Vice Presidente
Ana Teresa Timóteo

Direção21-23

Vice Presidente
Rui André Rodrigues

Direção21-23

Secretário Geral
Hélder Dores

Direção21-23

Tesoureira
Maria do Carmo Cachulo

Direção21-23

Vogal
António Peixeiro

Direção21-23

Vogal
Daniel Caldeira

Direção21-23

Vogal
Fátima Franco

Direção21-23

Vogal
Mário Santos

Direção21-23

Vogal
Sérgio Baptista

Direção21-23

Vogal
Sofia Cabral

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